A Mércia tem se destacado em debates por seu equilibrio e lucidez. Ela foi uma vítima de Alcoólicos Anônimos, tendo sido assediada sexualmente (na verdade atacada) por seu padrinho em A.A. (que deveria protegê-la mais que os outros) e além disso sofreu de várias outras formas, que ela mesma considerou escravizada pela seita. Agora livre das amarras ela tem participado de debates em que dá o seu testemunho de experiência e vivência, de uma forma brilhante e convinvente, como este abaixo que prestou em "Discernimento Cristão".
"A vida só é possível reinventada." Cecília Meireles
domingo, 13 de julho de 2014
ARGUMENTOS INQUESTIONÁVEIS
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segunda-feira, 2 de junho de 2014
RECOMENDAÇÃO EQUIVOCADA SOBRE O USO DE ÁLCOOL OU INDUÇÃO AO USO DE DROGAS
Um assunto sempre
atual é quanto as recomendações equivocadas sobre o uso de álcool, e como no
momento ele se nos apresenta desafiadoramente, resolvemos reportar um deles,
ainda que ele tenha acontecido há um bom tempo. Trata-se de um artigo escrito
pelo falecido médico, Dr. Moacyr Scliar, para a revista Seleções de Fev./2007.
Achamos de suma importância e destacamos este texto, publicado na página 29 da
referida revista, na sessão “QI Médico – Use a inteligência para cuidae do seu
corpo”, devido as credenciais de seu autor. Este, além de médico é escritor,
com cadeira na Academia Brasileira de Letras, à época de sua divulgação. Ei-lo
na íntegra:
Bebida alcoólica
O uso exagerado de álcool é responsável por numerosos
problemas de saúde. Nos Estados Unidos, morrem mais de 85 mil pessoas por ano
por causa de bebidas alcoólicas, que constituem a terceira causa de morte
naquele país. No Brasil, também temos razão para nos preocupar. Segundo dados
da Secretaria Nacional Antidrogas (sim, o álcool é considerado droga), a
porcentagem de dependentes do álcool aumentou de 11,2% em 2001 para 12,3% em
2005. Isto significa mais pessoas ameaçadas por acidentes, violência, doenças
do fígado, câncer e cardiopatias. Nas grávidas e nos bebês, as consequências
incluem aumento do número de abortos, crianças com baixo peso ao nascimento e
possíveis problemas neurológicos e mentais.
No entanto, estudos mostram que o vinho pode ajudar a
prevenir doenças cardíacas, porque contém flavonoides. O ideal é o consumo
moderado: até dois cálices de vinho por dia, ou uma dose de outra bebida
alcoólica por dia, ou ainda 350 ml de cerveja (uma lata). E, se beber, não
dirija!
OBS.: Logo abaixo do texto a identificação: Moacyr Scliar é
médico especializado em Saúde Pública, escritor e membro da Academia Brasileira
de Letras.
Naquela ocasião escrevemos para a revista alertando para o
que consideramos um grande equívoco. E abaixo transcrevemos a carta:
Cabe algumas observações que julgo muito importantes. Afinal,
a frase de efeito Use a inteligência para
cuidar de seu corpo, espera-se ser refletida no texto. Evidentemente que a
intenção de V.Sas. é louvável, e creio até que a do próprio autor o seja, porém
há um equívoco crasso no seu teor, denotando falta de conhecimento mais
aprofundado sobre o assunto. Fica então evidenciado aí uma incoerência, pois a
orientação “Atenta para a saúde do leitor”, ou então vejamos:
O uso do álcool, e não o uso exagerado, como se lê na
matéria, é extremamente nocivo ao organismo humano, trazendo inúmeros problemas
para os seus usuários, com reflexos também para toda a população,
constituindo-se em caso de saúde pública para a maioria dos países. Conforme
aviso abalizado do Dr. James R. Milan, em seu livro Alcoolismo
– Os mitos e a realidade, não existe uma dose segura para o álcool. E
dependendo do eventual problema de saúde do indivíduo (na maioria das vezes
desconhecido dele), uma única dose pode ser fatal.
Além do mais, como ainda não é possível fazer um diagnóstico
precoce da dependência de álcool, 12% da população, conforme citação do autor
(atualmente a SENAD aponta para 14%) está sujeita a desenvolver essa patologia.
Então temos aí uma indução à dependência dessa nefasta droga. É sabido que a
dependência se inicia com as ingestões de pequenas quantidades de álcool, na
maioria das vezes de bebidas consideradas de baixo teor alcoólico, como no caso
do vinho. O consumo de grande quantidade de álcool se dará apenas nas fases
intermediárias e finais da dependência, fenômeno esse chamado de “tolerância”
pela ciência.
Reconhece ainda o autor do artigo da revista, citando a
SENAD, que o álcool é droga, se esquecendo porém, de que nenhuma outra droga,
mesmo as consideradas lícitas, tem o uso generalizado recomendado,
excetuando-se os casos polêmicos que geram acalorados debates, e geralmente são
levantados por leigos no assunto.
No caso do vinho ali citado a indicação de seu uso por conter
flavonoides é lamentavelmente capciosa. Os flavonoides referidos frequentemente
com grande estardalhaço, não é uma propriedade original do vinho e sim da casca
da uva. Este mesmo flavonóide é encontrado largamente no reino vegetal. Ainda
que fosse uma propriedade exclusiva da casca da uva, seria mais prudente
aconselhar o uso de um copo de suco de uvas às refeições ou um cacho de uvas
como sobremesa, e esta adequada recomendação eu nunca constatei nos tais
especialistas. É bom que se diga que para prevenir as mencionadas doenças
cardíacas, já existem fármacos modernos e seguros, como os elaborados à base do
ácido acetilsalicílico, recomendado pelos cardiologistas.
No final, o autor em momento infeliz, idealiza o consumo de
outras bebidas alcoólicas em proporções que ele julga moderadas.
Lamentavelmente.
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GREDA - Luiz Alberto Bahia
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quinta-feira, 29 de maio de 2014
terça-feira, 13 de maio de 2014
Prefácio do livro "O mito da doença espiritual na dependência de álcool"
PREFÁCIO
“O alcoolismo é a perda da liberdade frente ao álcool”
O alcoolismo é uma das doenças mais comum na maior parte do mundo, e ainda, como bem observado pelo Bahia, quase não se ensina nas faculdades de medicina; mas o que é ainda mais grave é a omissão de treinar os médicos sobre seu adequado tratamento, que não deveria estar restrito aos psiquiatras, mas, exceto em casos muito graves, todo médico deveria conhecer como tratar esses pacientes, pois são os que podem detectar com maior facilidade o inicio desta enfermidade, que se desenvolve entre 10 e 15% de todas as pessoas que consomem álcool.
Mais uma coisa, todo médico deveria conhecer como fazer “prevenção primária”, pois o alcoolismo, assim como o tabagismo, adicções legalizadas, e todas as outras adicções ilegais, são enfermidades evitáveis.
Mais claro ainda: “O alcoolismo é uma enfermidade evitável, controlada e tratada. Porém não é curável”.
Por conseguinte este livro do Bahia em primeiro lugar é recomendado para todos os médicos, e como a “alcoologia” já é uma especialidade dentro da “adiccionologia”, e requer equipes interdisciplinares para seu adequado tratamento, os psicólogos, psicoterapeutas, enfermeiros e o público em geral poderão se “alimentar” dos conhecimentos contidos neste erudito livro do Bahia, que também está escrito em linguagem coloquial, tornado-o acessível a todos os interessados nos problemas de alcoolismo.
A este respeito quero firmar a minha total concordância a respeito da posição ideológica em que expõe sobre o que significa “Alcoólicos Anônimos”, pois ainda que nos acusem de “mercantilizar” o alcoolismo, considero imprescindível para a sociedade em geral, dissociar da doença – dependência química de qualquer conteúdo moralista e/ou religioso, sem que esta posição signifique uma oposição a ajuda espiritual que todo ser humano necessite, mas como um ato de decisão pessoal, não como uma superestrutura religiosa – “AA” – servindo como uma consciência moral ou “superego” conforme definido pelos psicanalistas.
Seu estudo biográfico “sobre um dos fundadores de AA”: “Bill” esclarece ao leitor os fundamentos de caráter religioso do tratamento que “AA” propõe; ao contrário do que Bahia expõe no capítulo dedicado ao “GREDA”, ou seja, suas postulações a respeito do tratamento médico do alcoolismo, alternativa já nesta primeira década do século XXI, ou seja, que no “século do conhecimento” marca uma posição de indubitável base científica que merece, não só ser lida, mas também refletida e aplicada como texto de estudo para todos os que trabalham com “alcoologia”.
Tenho orgulho do privilégio que significa para mim, este convite do Luiz para acompanhá-lo com este “Prólogo” neste excelente texto que, insisto e recomendo ler, refletir e estudar.
Dr.Eduardo Kalina
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PRÓLOGO
“Alcoholismo es la perdida de libertad frente al alcohol”
El alcoholismo es una de las patologías más difundidas en la mayor parte del mundo, y sin embargo, como bien lo destaca el Bahia, casi no se enseña en las facultades de medicina; pero lo que es más grave aun es la omisión de entrenar a los médicos acerca de su adecuado tratamiento, que no debiera estar restringido a los psiquiátras, sino que excepto los casos muy graves, todo médico debiera conocer como tratar a estos pacientes, pues son los que pueden detectar con mayor facilidad los comienzos de esta enfermedad, que se desarrolla entre el 10 y el 15% de todas las personas que consumen alcohol.
Algo más, todo médico debiera conocer cómo hacer “prevención primaria” pues el alcoholismo, así como el tabaquismo, adicciones legalizadas, y todas las otras adicciones ilegales, son enfermedades prevenibles.
Más claro aún: “El alcoholismo es la enfermedad prevenible, controlable y tratable. Pero no es curable”.
En consecuencia este libro del Bahia en primer termino es recomendable para todos los médicos, y como la “alcohología” ya es una especialidad dentro de la “adiccionología”, y requiere equipos interdisciplinarios para su adecuado tratamiento, los psicólogos, acompañantes terapéuticos, enfermeros y el público en general se podrán “nutrir” de los conocimientos que contiene este erudito libro del Bahia, que además está escrito con lenguaje coloquial, lo cual lo hace accesible a todos los interesados en la problemática del alcoholismo.
Al respecto quiero dejar constancia de mi total coincidencia respecto a la posición ideológica que expone acerca de lo que significa “Alcohólicos Anónimos”, pues aunque nos acusen de “medicalizar” el alcoholismo, considero imprescindible para la sociedad en general, desligar a esta enfermedad – dependencia química de cualquier contenido moralista y/o religioso, sin que esta posición signifique una oposición a la ayuda espiritual que cualquier ser humano requiera, pero como un acto de decisión personal, no como una superestructura religiosa – “AA” – que actúe como una conciencia moral o “superyo” como lo definen los psicoanalistas.
Su estudio biográfico “sobre uno de los fundadores de AA”: “Bill” esclarece al lector los fundamentos de carácter religioso del tratamiento que propone “AA”; a diferenciade lo que Bahia expone en el capitulo dedicado a “GREDA”, o sea sus postulaciones acerca del tratamiento medico del alcoholismo, alternativa que ya en esta primera década del siglo XXI o sea del “siglo del conocimiento” marca una posición de indudable base científica que merece, no solo ser leída, sino además pensada y utilizada como texto de estudio para todos los que trabajamos en “alcohología”.
Me siento orgulloso del privilegio que significa para mí, esta invitación del Luiz para acompañarlo con este “Prólogo” en este excelente texto que insisto recomiendo leer, pensar y estudiar.
Dr. Eduardo Kalina
|
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GREDA - Luiz Alberto Bahia
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segunda-feira, 28 de abril de 2014
ESTUDOS DÚBIOS SOBRE BENEFÍCIOS DO ÁLCOOL
Recebi do Luiz Edmundo (primo) que está radicado nos EUA há décadas, o e-mail abaixo. Logo em seguida vem minha resposta ao mesmo.
"O que a pesquisa certamente constatou, mas não publicou por medo do tal de "politicamente correto", é que, os que bebem mais que moderadamente mostram sinais inequívocos de regeneração contínua de neurônios e sinapses, memória de curto e longo prazos melhores que dos "placebos" (rs), rapidez de raciocínio e reações. Isto se deve ao fato de que a pulsação acelerada e de mais intensidade tanto remove melhor o lixo neural quanto envia mais células tronco das medulas ósseas para o cérebro e para todos os órgãos vitais.
Idosos que ingerem álcool têm menos chance de ter demência e Alzheimer.!
Um novo estudo divulgado pelo Instituto Central de Saúde Mental de Mannheim, na Alemanha, revelou que idosos que continuam a desfrutar da bebida alcoólica são menos propensos a desenvolver demência e Alzheimer.
Segundo o jornal britânico Daily Mail, pesquisadores descobriram que idosos que bebem uma quantidade moderada de álcool possuem 30% menos probabilidade de desenvolver demência e 40% menos chances de sofrer de Alzheimer do que aqueles que não consomem esse tipo de bebida.
Os cientistas pesquisaram idosos com 75 anos ou mais que gostam de beber uma cerveja por dia ou um copo de vinho.
A equipe do instituto estudou mais de 3.000 pessoas nessa idade – elas estavam livres de demência no começo do estudo.
Os pacientes foram examinados duas vezes a cada 18 meses.
De acordo com um dos professores responsáveis pela pesquisa, Siegfried Weyerer, 217 idosos apresentaram sintomas de demência no decorrer do estudo. Aqueles que consumiam álcool tinham cerca de 30% menos de demência e 40% menos de Alzheimer do que os idosos que não consumiam nada.
Segundo os pesquisadores, não foram observadas diferenças significativas de acordo com o tipo de bebida alcoólica consumida.
Nos últimos 31 anos, a associação entre o consumo moderado de álcool e a função cognitiva foi investigada em 71 estudos envolvendo 153.856 homens e mulheres de vários locais com diferentes padrões de consumo.
Segundo o médico Harvey Finkel, do Centro Médico da Universidade de Boston, "a idade não é razão para abstinência".
É preciso lidar com pessoas idosas viciadas no álcool com mais responsabilidade do que com os jovens.
Mas eles podem tirar mais benefícios para a saúde do consumo moderado do álcool."
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- ACRÉSCIMOS (quem tem algo a dizer, favor acrescentar abaixo): 1 - Eu, totalmente leiga no assunto (não sou médica), observo que o texto acima NÃO NOS INFORMA se os idosos (participantes da pesquisa) tomam ou não remédios. Acho, SMJ, que os quem tomam remédio NÃO DEVEM INGERIR BEBIDA ALCOÓLICA, uma vez que o álcool interfere na composição química de todo medicamento, impedindo, portanto, que o remédio atinja o objetivo para o qual foi criado (CURAR ou ESTABILIZAR a doença). Aos amantes de bebida alcoólica (e que tomam remédios --- é raro os maiores de 60 anos que não tomam) --- sugiro-lhes consultarem seus médicos. Beijos, Cleusa
Eis minha resposta:
Aí está um estudo completamente parcial. Além da oportuna observação da Cleusa, há outros pontos importantes a serem destacados.
1 - Não dúvido que os resultados para os dois casos citados no estudo sejam positivos, mas há de se observar: esses idosos apontados pelo estudo estavam fazendo algum outro tipo de terapia? É sabido que existe uma série de terapias preventivas para esse grupo de pessoas, como exercícios fisicos e mentais. 2 - Não foi informado se os idosos que consumiam bebidas foram acometidos por outras doenças ou por efeitos colaterais provocados pelo álcool. É sabido que o álcool, mesmo em pequenas doses, prejudica TODOS os orgãos e sistemas do corpo humano, mormente nos idosos, que já apresentam uma tendência de fragilidade desses. O principal efeito indesejável do álcool é a depressão e como o idoso já tem tendência a entrar em estados depressivos, deve-se prestar atenção especial a essa particularidade. Apontar esses benefícios e não dizer dos efeitos indesejáveis é, no meu entendimento, suspeito. Uma das maiores autoridades em álcool, o Dr. James R. Milan, sempre alertou que não há uma dose segura para o álcool.
3 - É preciso saber se uma simples substância como o resveratrol, a aspirina e/ou uma alimentação balanceada não supriria o álcool, e com vantagens.
4 - Completamente inepto dizer que "É preciso lidar com pessoas idosas viciadas no álcool com mais responsabilidade do que com os jovens." Até que seria aceitável se tivessem dito o contrário, pois o idoso merece uma atenção toda especial, quanto às suas patologias, e aí o álcool deveria receber uma atenção redobrada, pelos inúmeros malefícios, já bem conhecidos. Exatamente ao contrário dos idosos, os jovens podem obter uma reversão de seu quadro patológico, já que não sofrem da agravante verificada no idoso, em que a Síndrome de Abstinência é bem mais severa.
5 - A Universidade de Minnesota realizou um estudo com um grupo de pessoas não dependentes de álcool, mas que bebiam ocasionalmente. O grupo foi dividido em dois. Um deles foi orientado a continuar com os mesmos hábitos e ao outro foi recomendado abstinência absoluta. O que esse estudo constatou de mais relevante foi que, as pessoas do grupo abstemio que sofriam de algum mal, notadamente a depressão, tiveram uma considerável melhora, sendo que os depressivos não sentiram mais os sintomas de sua doença.
6 - Não conheço nenhum estudo que aponta benefícios do álcool que não tenha sido contestado categoricamente, mesmo aqueles que falam do vinhosinho. Eu mesmo contestei um deles que foi publicado pela revista Seleções, de autoria de médico respeitável, o falecido Dr. Moacyr Scliar.
7 - As pessoas precisam saber, que neste caso do vinho, os benefícios não são do vinho propriamente dito, mas de uma substância nele existente, o flavonóide resveratrol, que é encontrado na "casca" da uva. Seria muito mais apropriado recomendar um copo de suco de uva ou mesmo um cacho de uvas após as refeições, que dariam resultados muito mais benéficos, por não conter absolutamente nenhum efeito colateral. É impressionante (tendenciosos?) como recomendam o vinho e não o suco ou a uva. Falta de conhecimento? Estudos superficiais?
8 - Pelo que conheço sobre o álcool, TODO estudo que aponta algum benefício dele deve ser visto com reservas.
"O que a pesquisa certamente constatou, mas não publicou por medo do tal de "politicamente correto", é que, os que bebem mais que moderadamente mostram sinais inequívocos de regeneração contínua de neurônios e sinapses, memória de curto e longo prazos melhores que dos "placebos" (rs), rapidez de raciocínio e reações. Isto se deve ao fato de que a pulsação acelerada e de mais intensidade tanto remove melhor o lixo neural quanto envia mais células tronco das medulas ósseas para o cérebro e para todos os órgãos vitais.
Idosos que ingerem álcool têm menos chance de ter demência e Alzheimer.!
Um novo estudo divulgado pelo Instituto Central de Saúde Mental de Mannheim, na Alemanha, revelou que idosos que continuam a desfrutar da bebida alcoólica são menos propensos a desenvolver demência e Alzheimer.
Segundo o jornal britânico Daily Mail, pesquisadores descobriram que idosos que bebem uma quantidade moderada de álcool possuem 30% menos probabilidade de desenvolver demência e 40% menos chances de sofrer de Alzheimer do que aqueles que não consomem esse tipo de bebida.
Os cientistas pesquisaram idosos com 75 anos ou mais que gostam de beber uma cerveja por dia ou um copo de vinho.
A equipe do instituto estudou mais de 3.000 pessoas nessa idade – elas estavam livres de demência no começo do estudo.
Os pacientes foram examinados duas vezes a cada 18 meses.
De acordo com um dos professores responsáveis pela pesquisa, Siegfried Weyerer, 217 idosos apresentaram sintomas de demência no decorrer do estudo. Aqueles que consumiam álcool tinham cerca de 30% menos de demência e 40% menos de Alzheimer do que os idosos que não consumiam nada.
Segundo os pesquisadores, não foram observadas diferenças significativas de acordo com o tipo de bebida alcoólica consumida.
Nos últimos 31 anos, a associação entre o consumo moderado de álcool e a função cognitiva foi investigada em 71 estudos envolvendo 153.856 homens e mulheres de vários locais com diferentes padrões de consumo.
Segundo o médico Harvey Finkel, do Centro Médico da Universidade de Boston, "a idade não é razão para abstinência".
É preciso lidar com pessoas idosas viciadas no álcool com mais responsabilidade do que com os jovens.
Mas eles podem tirar mais benefícios para a saúde do consumo moderado do álcool."
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- ACRÉSCIMOS (quem tem algo a dizer, favor acrescentar abaixo): 1 - Eu, totalmente leiga no assunto (não sou médica), observo que o texto acima NÃO NOS INFORMA se os idosos (participantes da pesquisa) tomam ou não remédios. Acho, SMJ, que os quem tomam remédio NÃO DEVEM INGERIR BEBIDA ALCOÓLICA, uma vez que o álcool interfere na composição química de todo medicamento, impedindo, portanto, que o remédio atinja o objetivo para o qual foi criado (CURAR ou ESTABILIZAR a doença). Aos amantes de bebida alcoólica (e que tomam remédios --- é raro os maiores de 60 anos que não tomam) --- sugiro-lhes consultarem seus médicos. Beijos, Cleusa
Eis minha resposta:
Aí está um estudo completamente parcial. Além da oportuna observação da Cleusa, há outros pontos importantes a serem destacados.
1 - Não dúvido que os resultados para os dois casos citados no estudo sejam positivos, mas há de se observar: esses idosos apontados pelo estudo estavam fazendo algum outro tipo de terapia? É sabido que existe uma série de terapias preventivas para esse grupo de pessoas, como exercícios fisicos e mentais. 2 - Não foi informado se os idosos que consumiam bebidas foram acometidos por outras doenças ou por efeitos colaterais provocados pelo álcool. É sabido que o álcool, mesmo em pequenas doses, prejudica TODOS os orgãos e sistemas do corpo humano, mormente nos idosos, que já apresentam uma tendência de fragilidade desses. O principal efeito indesejável do álcool é a depressão e como o idoso já tem tendência a entrar em estados depressivos, deve-se prestar atenção especial a essa particularidade. Apontar esses benefícios e não dizer dos efeitos indesejáveis é, no meu entendimento, suspeito. Uma das maiores autoridades em álcool, o Dr. James R. Milan, sempre alertou que não há uma dose segura para o álcool.
3 - É preciso saber se uma simples substância como o resveratrol, a aspirina e/ou uma alimentação balanceada não supriria o álcool, e com vantagens.
4 - Completamente inepto dizer que "É preciso lidar com pessoas idosas viciadas no álcool com mais responsabilidade do que com os jovens." Até que seria aceitável se tivessem dito o contrário, pois o idoso merece uma atenção toda especial, quanto às suas patologias, e aí o álcool deveria receber uma atenção redobrada, pelos inúmeros malefícios, já bem conhecidos. Exatamente ao contrário dos idosos, os jovens podem obter uma reversão de seu quadro patológico, já que não sofrem da agravante verificada no idoso, em que a Síndrome de Abstinência é bem mais severa.
5 - A Universidade de Minnesota realizou um estudo com um grupo de pessoas não dependentes de álcool, mas que bebiam ocasionalmente. O grupo foi dividido em dois. Um deles foi orientado a continuar com os mesmos hábitos e ao outro foi recomendado abstinência absoluta. O que esse estudo constatou de mais relevante foi que, as pessoas do grupo abstemio que sofriam de algum mal, notadamente a depressão, tiveram uma considerável melhora, sendo que os depressivos não sentiram mais os sintomas de sua doença.
6 - Não conheço nenhum estudo que aponta benefícios do álcool que não tenha sido contestado categoricamente, mesmo aqueles que falam do vinhosinho. Eu mesmo contestei um deles que foi publicado pela revista Seleções, de autoria de médico respeitável, o falecido Dr. Moacyr Scliar.
7 - As pessoas precisam saber, que neste caso do vinho, os benefícios não são do vinho propriamente dito, mas de uma substância nele existente, o flavonóide resveratrol, que é encontrado na "casca" da uva. Seria muito mais apropriado recomendar um copo de suco de uva ou mesmo um cacho de uvas após as refeições, que dariam resultados muito mais benéficos, por não conter absolutamente nenhum efeito colateral. É impressionante (tendenciosos?) como recomendam o vinho e não o suco ou a uva. Falta de conhecimento? Estudos superficiais?
8 - Pelo que conheço sobre o álcool, TODO estudo que aponta algum benefício dele deve ser visto com reservas.
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domingo, 30 de março de 2014
EM DEFESA DE MEUS IDEAIS
A maioria das pessoas entendem e/ou apóiam o meu trabalho, os ex-dependentes que passaram por grupos de ajuda mútua baseados nos Doze Passos, são os mais enfáticos apoiadores, pois viveram na carne os problemas que estes lhes trouxeram. Estes, conhecem como ninguém a realidade do que falo, sabem dos inconvenientes que aponto em meu último livro "O mito da doença espiritual na dependência de álcool (Desmistificando Bill Wilson e Alcoólicos Anônimos)".
Mas existe uma minoria que se manifesta com comentários radicais procurando denegrir minha imagem. Esses adeptos do A.A. foram doutrinados e são movidos tão somente pelo extremado fanatismo religioso. A maneira como agem é quase sempre da mesma forma: Acusam de forma leviana sem provar nada e sem pelo menos mostrar evidencias de que eu esteja errado ou de que eles estejam certos. Fazem afirmações sem o menor embasamento, movidos apenas (pelo ódio) por não suportarem ideias diferentes das suas; um pernicioso legado autocrático do co-fundador da seita, Bill Wilson, que se exasperava diante de ideias divergentes das suas. Amiúde utilizam palavras de baixo calão, sem a menor boa vontade para estabelecer um diálogo, preferem se manifestar de forma belicosa e nada racional. Eles que tanto falam em "mente aberta" (apenas para a doutrina do líder carismático) e prece da serenidade, são movidos por assustadora intolerância qual militantes extremistas. Como o seu guru, se julgam os donos da verdade.
Além dos xingatórios, depreciações, acusações infundadas, quase sempre dizem que o meu interesse é vender livros. Essa leviandade apenas mostra a ignorância (quase sempre muito extensa e abrangente) dos detratores e evidencia o pouco conhecimento sobre o mercado editorial brasileiro, bastante retraído e que produz resultados positivos, apenas a um seleto grupo de escritores. Poucos na verdade.
Embora continue achando que não devo me preocupar em dar conhecimento de meus aspectos e particularidades pessoais, pois o que importa são meus achados científicos. E neste particular até agora ninguém apresentou um único argumento sequer que possa desconsiderá-los. Nenhuma palavra foi dita que arranhe a veracidade de meus achados sobre Bill Wilson ou Alcoólicos Anônimos. Então, apenas resolvi postar aqui as publicações feitas por pessoas de ilibado caráter, de suas convicções sobre minha pessoa e meu trabalho, para contestar as difamações, pois há o ditado de quem cala consente. Muito pelo contrário, em vez de ganhar dinheiro com este meu trabalho, gastei nele quase tudo que ganhei nos últimos quase vinte anos.
A primeira manifestação que passo a divulgar é do Dr. Edgard Rocha. Trata-se de um juiz aposentado e líder espiritual, pessoa conhecidíssima e muito querida na cidade de Patrocínio, MG. Ele publicou este artigo no "Jornal de Patrocínio", edição do dia 14/02/98. Na íntegra:
EM POUCAS PALAVRAS
Edgard Rocha
Um livro
"DROGAS: EVITE OU SAIA, NÃO MORRA" de Luiz Alberto Bahia, é o livro de que quero dar notícia.
Quando nosso diretor, Joaquim Correia Machado Filho, me trouxe esse livro e me pediu que opinasse sobre ele, confesso que pensei tratar-se de mais um desses livros "de ocasião", que aproveitam a onda de um assunto em moda. Mas não é assim
É um livro-testemunho em que o autor não dramatiza retoricamente. Luiz Alberto conta com sobriedade o que sofreu na dependência alcoólica, na medida em que esse relato é útil para conhecer a realidade física e psicológica do dependente.
É um livro de psicologia mas não se perde em "psicologismo de botequim". O autor apenas relata o que se passa nas cabeças do dependente e de sua família, na medida em que isto é necessário para orientá-los.
É um livro científico que não se perde em exibições pedantes de conhecimentos. Limita-se a dizer o que são as drogas e como agem, na medida em que esse conhecimento é necessário para evitar ou sair da dependência.
É um livro religioso mas o autor não se perde em pietismos devocionais ou em esforços proselitistas. Apenas narra, sem retórica, o quanto lhe foi útil o seu esforço de encontro pessoal com Deus para encontrar o seu caminho de libertação.
A capa reproduz um quadro de pintor famoso sobre a libertação de São Pedro, episódio narrado no livro dos "Atos dos Apóstolos". Esse episódio mostra que uma libertação, por mais impossível que pareça, sempre é possível com a ajuda de Deus.
O anjo quebrou as cadeias e abriu as portas mas São Pedro teve que caminhar com seus próprios pés. Deus ajuda, mas não dispensa a ação de quem é ajudado. DEUS AJUDA A FAZER, NÃO FAZ.
Não estarei exagerando ao afirmar que o livro de Luiz Alberto Bahia é útil para os dependentes e suas famílias como também para médicos psiquiatras, psicólogos, educadores, ministros religiosos e quantos mais tenham que enfrentar o problema da dependência.
Pelo que me informou minha filha Marisa, o autor tem a autoridade de quem lutou pela sua libertação pessoal e hoje ajuda muitos e muitos a encontrarem os caminhos da libertação, da saúde e da paz.
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GREDA - Luiz Alberto Bahia
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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Respondendo ao comentário de "Companheiros de A a Z"
O comentário foi feito na minha postagem abaixo (" Opiniões de quem denota conhecimento...")
Primeiramente vou colar o comentário e logo a seguir vem a minha resposta.
Companheiros de AaZ disse...
Prezado responsável pelo blogue “Companheiros de A a Z”,
Primeiramente vou colar o comentário e logo a seguir vem a minha resposta.
Companheiros de AaZ disse...
Na verdade (olha eu querendo fazer o papel de Deus, um deuszinho talvez...possa), todo candidato a recuperação da enfermidade chamada alcoolismo em a.a., inicialmente precisa romper com o distanciamento provocado pela sua mente alcoólica ao mundo das relações, vive um profundo isolamento em virtude de anos centrado em se mesmo, e no seu maior problema, o indivíduo alcoólico (o próprio), a causa, beber ou não beber, é apenas um sintoma grave. É ai que o grupo necessariamente entra preenchendo toda uma lacuna de anos deixada, seu instinto social precisa se reequilibrar ajudando assim no enfrentamento da necessidade orgânica... é uma luta!
Poucos são os casos que na sua primeira investida em A.A. consegue ter um franca e plena recuperação, e não por culpa do programa de recuperação, mas por incompetência mesmo, aceitar a solução de A.A. como algo externo, e maior a ele mesmo, é outro desafio de alguns anos! Além do mais há uma classificação categórica dos indivíduos alcoólicos em A.A: Bebedor Moderado; Bebedor Forte; e por último o Verdadeiro Alcoólico, esse, está condenado a uma revolução Moral, íntima e profunda, para ele essa é uma questão de vida ou morte! Mas o que importa, nada disso deva fazer sentido pra quem não passou pela via crúcis do alcoolismo, a experiência na carne em todos os casos, científicos ou não, religiosos ou transcendentes, com toda certeza faz toda diferença. Além do mais há um universo de equívocos e desinformação tratados aqui e ali, para esse tema. Veja: http://jornalhajafigado.blogspot.com.br/
Poucos são os casos que na sua primeira investida em A.A. consegue ter um franca e plena recuperação, e não por culpa do programa de recuperação, mas por incompetência mesmo, aceitar a solução de A.A. como algo externo, e maior a ele mesmo, é outro desafio de alguns anos! Além do mais há uma classificação categórica dos indivíduos alcoólicos em A.A: Bebedor Moderado; Bebedor Forte; e por último o Verdadeiro Alcoólico, esse, está condenado a uma revolução Moral, íntima e profunda, para ele essa é uma questão de vida ou morte! Mas o que importa, nada disso deva fazer sentido pra quem não passou pela via crúcis do alcoolismo, a experiência na carne em todos os casos, científicos ou não, religiosos ou transcendentes, com toda certeza faz toda diferença. Além do mais há um universo de equívocos e desinformação tratados aqui e ali, para esse tema. Veja: http://jornalhajafigado.blogspot.com.br/
8 de fevereiro de 2014 21:20
Prezado responsável pelo blogue “Companheiros de A a Z”,
Analisando o comentário postado pelo
senhor, creio que o distinto está fazendo apologia de uma doutrina sem conhecer
fundamentos importantes da temática da dependência de álcool que lhe dá origem.
Parece que a única preocupação do bloguista é divulgar as ideias equivocadas
que lhe foram incutidas pela irmandade de A.A. e o seu fundador, Bill Wilson.
Certamente V.Sa. é movido por boas intenções, ainda que repetindo a mesma falta
de senso crítico e a carência de análises mais aprofundadas, idênticas a todos
aqueles (passíveis de doutrinação) que se deixam inculcar pelos princípios
sectários da irmandade. Digo isso com todo o respeito que o senhor merece, mas
(apenas) sendo fiel a realidade.
Embora
o sr. deixe claro logo de cara ter consciência de sua presunção, firmando que
isso poderia qualifica-lo como um “deuzinho”, o mesmo não se dá ao avaliar seu
mentor, o co-fundador de A.A. Este disse várias vezes que, não só tinha
conhecimento da mente de Deus, mas que O tinha visto, inclusive Sua morada.
Bill disse isso inúmeras vezes e os seus biógrafos registram em seu livro
biografia Levar adiante, uma delas
está na página 131 assim: “Agradeci
ao meu Deus, que me proporcionara um vislumbre do Seu Ser absoluto [...] eu não
precisava me preocupar mais porque havia vislumbrado o grande além”. Em
seus delírios disse repetidas vezes da intimidade mantida com Deus, se
colocando como um filho predileto dEle ou privilegiado, na verdade um
megalomaníaco. Como disse o Jornalista Luiz Edmundo, em apanhado que nos
enviou: “Tinha complexos messiânicos, Sentia-se e se declarava um escolhido de
Deus para uma missãoespecial – a de salvar todos os alcoólatras do
mundo.” Apesar da doentia obsessão e da
ajuda do Dr. Silkworth, em vez de atingir a delirante meta, conseguiu a
doutrinação de apenas aproximados 0,3% destes, e tem prestado um desserviço,
com resultado contraproducente, como apontou o trabalho do Dr. Dartiu, e também
compatíveis com nossos achados.
A
grande verdade é que os adeptos acreditam piamente em Bill não levando em conta
os seus transtornos psiquiátricos. Ele foi diagnosticado como portador de
“Alucinações de Grandeza”, e dentre outras coisas, mentia deliberadamente e
forjava fatos e fraudava outros para atingir seus objetivos, conforme já
expusemos fartamente em nossas publicações e reveladas também em debates pela
internet. Essa falta de questionamento dos adeptos faz com que repitam os
mesmos recursos equivocados do mentor da irmandade, quase sempre acusando o
próprio dependente por não resolver seu problema de dependência etílica. E
nisso V.Sa. não é diferente de seus pares, e fica muito claro quando o senhor
afirma que são poucos os que conseguem uma "franca e plena
recuperação" em A.A., acusando o próprio doente pelo fato, ou como o
senhor afirma, por “incompetência do paciente” em aceitar a “solução de A.A.”
Além de acusar o dependente por seus males, tenta isentar de responsabilidade
sua irmandade. É bom que se diga aqui que os danos causados pelo A.A. não
repercute somente nos que não aceitaram a doutrinação proposta por ela, mas
para os que aceitaram também e sofreram com as consequência desta adesão, fato
é que os juízes de todas as partes do mundo já estão condenando esta entidade a
pagar por seus equívocos.
Depois,
é preciso esclarecer que o que o sr. chama de "solução", é na verdade
um grande problema, pois para aceitar esta dita solução, o candidato tem que
aceitar duas premissas de Bill Wilson, que afronta a compreensão do dependente
de álcool e o constrange bastante. Estas duas premissas tem o disparate de
afirmar que as causas da dependência etílica são “Os defeitos de caráter do
dependente e a sua condição de pecador” E para se livrar da dependência ele tem
que se penitenciar seguindo a cartilha dos Doze Passos e acreditar no deus
criado por Bill. É bom salientar que o 4º Passo é “Fizemos um minucioso e
destemido inventário moral de nós mesmos”. Esta determinação absurda é
preconceituosa, discriminatória, humilhante, ofensiva e injusta, que provoca o
maior desastre para todos os dependentes do mundo inteiro, a estigmatização. A
estigmatização causa um fenômeno psicológico devastador, pois ela faz com que
os dependentes tenham vergonha de si e de sua doença. Com isso não aceitam o
A.A. ou qualquer outra abordagem para tratamento. Esta sim, meu caro, é a razão
da não adesão a tratamento, e não o que o senhor afirma se tratar de incompetência do doente, principalmente em aceitar o
moralismo de AA.
O
senhor ao dizer que “há um universo de equívocos e desinformação tratados aqui
e ali, para esse tema”, mostra a condição presunçosa de A.A. que se considera
dona do conhecimento e da verdade. Até que existem equívocos e desinformações
generalizadas pululando por aí, mas as que o senhor identifica, existem apenas
na maneira desvirtuada de vê-las, motivadas pelos mitos criados pelo A.A. Esta
falta de conhecimento começa pela tal “classificação categórica dos indivíduos
alcoólicos em A.A: Bebedor Moderado; Bebedor Forte; e por último o Verdadeiro
Alcoólico”, quando todos deveriam ser tratados simplesmente como “dependentes
de álcool” em vários estágios da patologia, pois é este estágio que determina o
quanto o dependente bebe. Uma vez que é sabido que todos os dependentes de
qualquer droga, como o álcool, começam bebendo quantidades pequenas e vai
aumentando essas doses, em uma escala que a ciência chama de “tolerância”
chegando ao ponto de uma dose estimular o consumo de outra, fato conhecido como
“reinforcers”, e nos estágios finais desta dependência acontece o inverso, o
dependente passa a beber muito menos, pois uma só dose o leva a nocaute. Isso
acontece porque seu organismo já não apresenta defesa contra os efeitos do
álcool e assim seus efeitos são mais devastadores. Depois o senhor
concluídizendo que o dependente “está condenado a uma revolução Moral” (sic) -
com esse disparate -, mostra ao mundo o contrário: que os equívocos e falta de
conhecimento não estão “aqui e ali”, mas aí mesmo, em sua controvertida
seita. Esta infeliz concepção de A.A. que V.Sa. deixou que fosse incutida em
sua desprotegida mente, e divulga altivamente, mas com consequências danosas
graves para todos os dependentes, de todo mundo. Bill foi muito mais inclemente
com o dependente do que o senhor. No livro os Doze Passos, chegou a dizer ( no
2º Passo) daquele aquele não acredita no seu deus: “Olhemos
primeiro o caso daquele que diz que se recusa a acreditar – o caso do
beligerante. Encontra-se num estado de espírito que só se poderia denominar de
selvagem.” (Os Doze Passos, página 17) Ali ele xinga o dependente
tratando-o por um belicoso capaz de fazer guerra e de alguém não civilizado, um
pária da sociedade, só porque não comunga das mesmas crenças do fanático
idealizador do A.A. Mas ele não para por aí, em todo este citado livro ele
trata os dependentes (os que acreditam ou não em Deus) como seres sórdidos, com toda sorte de defeitos e
máculas, capazes de provocar os maiores males aos outros e a si mesmos. Ele é
apenas um doente, mas esta entidade muda completamente o conceito de doença
para agravar ainda mais a situação da vítima. Com essa distorção A.A. se torna
mais algoz do que a própria doença e então a pseudo “solução” dita pelo senhor,
torna-se um instrumento de tortura, nunca de tratamento.
Meu
caro, o dependente não precisa de todas essas lições vexatórias de cunho
moralistas e denegridoras de sua imagem. Na verdade em vez de “solução” esta
proposta que A.A. propõe é extremamente humilhante e se torna complicadora. Ele precisa unicamente de uma terapia digna,
que respeite sua condição de ser humano que padece de uma terrível doença. Precisa
de quem o respeite e ampare, não de quem o degrade.
A.A.
discrimina, ofende, humilha e culpa o doente por sua patologia, além de
atribuir a ele o fracasso por não se recuperar, fato esse repetido aqui pelo
senhor. É por infelizes concepções como esta de A.A. que as estatísticas de
tratamento e recuperação de dependentes são pífias. A.A. tem muito a ver com os
menos de 1% dos dependentes de álcool do mundo inteiro que se encontrarem em
tratamento, segundo a OMS.
Tive a curiosidade de visitar o blogue
que o senhor veio aqui divulgar e pude constatar ali outras premissas
doutrinadoras como as que afirmou logo acima. Lá pude ler sobre o que o senhor
chama de "Grande Livro", que no original é Big Book (em Português
Alcoólicos Anônimos ou Livro Azul) e sabe o por que deste nome, meu caro? No
livro biografia de Bill está a explicação. Os próprios biógrafos de Bill dizem
que o preço para aquela época era salgado (como o é até hoje) devido ao tamanho
do livro, para enganar os leitores, pois imprimiram no papel mais espesso que
havia na gráfica. Infelizmente o termo é enganar mesmo. Na verdade, essa
engabelação é contada no livro biografia de Bill: "é claro que a ideia era
convencer o comprador alcoólico de que ele estava recebendo algo que valia o
seu dinheiro! A espessura da 1ª edição - embora esta última tenha 14 histórias
pessoais a mais, além de outros materiais adicionais." (Levar Adiante, página 224)
Tudo de Bill foi elaborado cuidadosamente
para enganar os outros, e sua única meta era ganhar dinheiro. Este citado livro
(doutrinário, que não tinha nada a ver com os princípios de A.A. naquela época,
que seguiam as sugestões científicas formuladas pelo Dr. Silkworth), foi
concebido para render dinheiro ao Bill, mesmo que para isso tenha passado seu
sócio para trás e os acionistas membros do A.A. (na editora que publicou o
livro, a Works Publishing). Bill embolsou milhares de dólares com ele e
além de deixar uma fortuna de herança para a esposa. Além da fortuna herdada,
herdou também os direitos autorais deste livroque rendia a viúva, nos últimos
anos de sua vida (há aproximadamente 35 anos atrás), 912.000 dólares anuais.
Imagine a fortuna que estes valores representavam. Livro este que no seu blogue
o senhor chama de “Um Soco no Estômago” (sic). Seguindo este seu raciocínio ele
também poderia ser chamado de "um soco na decência"; "um soco na
honestidade"; “um soco na dignidade” ou "um soco no rosto de todos os
dependentes" que leva a esmagadora maioria a não se tratar e sucumbir
desalentadoramente nas sarjetas. Nocaute.
Fica notório que a intenção do senhor com o
seu comentário foi divulgar sua irmandade e seu blogue, não lendo as
informações que disponibilizamos aqui em nosso espaço. Sugiro que o senhor leia
essas informações, e usando de um de um jargão do A.A., que faça isso “abrindo
a sua mente”, só que para a verdade, não para a alienação intencionada por A.A.
Muito poderíamos dizer aqui da ineficácia
de A.A. ou das más intenções de seu fundador, mas deixamos que o senhor mesmo
se incuba dessa tarefa pesquisando nossas postagens.
Com meu abraço,
Luiz Alberto Bahia
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GREDA - Luiz Alberto Bahia
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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Opiniões de quem denota conhecimento faz a diferença: e-mail recebido do professor Miguel
Em 07/01/14 6:48, Miguel Silva escreveu:
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Olá Luiz!
Como estão as coisas?
Li e reli seu livro, agora só falta estudá-lo. É curioso porque algumas obras às quais você faz referência eu estava lendo tais como:"Deus,um delírio",outras,já tinha lido como :"Variedades de experiências religiosas", as obras da literatura de AA, .As considerações do livro do NOLL foram surpreendentes ( assim como Bill que foi e ainda é endeusado por muitos, o Jung também tem seus "discípulos" em Psicologia e a maioria engoliu e engole a farsa do " inconsciente coletivo",confesso que eu mesmo já fiz parte dessa maioria, apesar de nunca ter ser discípulo.Acredito que livros sérios como o seu e este do Noll fazem toda a diferença! Sua obra chega a ser até DIDÁTICA no que se refere ao aprendizado de como buscar informações, filtrá-las com o senso crítico,tirar conclusões e divulgá-las com a máxima imparcialidade possível afim de evitar interpretações errôneas que levem às questões pessoais. Estou aprendendo muito com ela.
Há alguns dias atrás tentei conversar com um antigo membro do meu ex-grupo de AA e em um determinado momento ele disse :" Olha cara, seu me afastar dois ou três dias da sala eu fico muito mal e corro um sério risco de beber!" Aí eu perguntei : " E isso não seria uma prova de que o programa não funciona ?". Bem, não preciso lhe dizer qual foi a violenta reação, não é?
Como estão as coisas?
Li e reli seu livro, agora só falta estudá-lo. É curioso porque algumas obras às quais você faz referência eu estava lendo tais como:"Deus,um delírio",outras,já tinha lido como :"Variedades de experiências religiosas", as obras da literatura de AA, .As considerações do livro do NOLL foram surpreendentes ( assim como Bill que foi e ainda é endeusado por muitos, o Jung também tem seus "discípulos" em Psicologia e a maioria engoliu e engole a farsa do " inconsciente coletivo",confesso que eu mesmo já fiz parte dessa maioria, apesar de nunca ter ser discípulo.Acredito que livros sérios como o seu e este do Noll fazem toda a diferença! Sua obra chega a ser até DIDÁTICA no que se refere ao aprendizado de como buscar informações, filtrá-las com o senso crítico,tirar conclusões e divulgá-las com a máxima imparcialidade possível afim de evitar interpretações errôneas que levem às questões pessoais. Estou aprendendo muito com ela.
Há alguns dias atrás tentei conversar com um antigo membro do meu ex-grupo de AA e em um determinado momento ele disse :" Olha cara, seu me afastar dois ou três dias da sala eu fico muito mal e corro um sério risco de beber!" Aí eu perguntei : " E isso não seria uma prova de que o programa não funciona ?". Bem, não preciso lhe dizer qual foi a violenta reação, não é?
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GREDA - Luiz Alberto Bahia
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10:55
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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
DEPOIMENTO ENVOLTO DE AMOR E COMPREENSÃO
Abaixo
estou colando o depoimento de uma ex-dependente de drogas. Ela postou este
comentário depois de um cansativo debate com um membro de A.A. completamente
tomado pela paixão. Este indivíduo me tratou de forma leviana, atacando e
acusando-me sem o menor embasamento e razão, inclusive me fazendo por várias
vezes "projeções freudianas". Por mais que eu apresentasse minhas
evidências e provas sobre meus achados, não arrefecia seu rancor. Eu até
entendo as razões de tal comportamento, pois aqueles que sofrem de
lavagem cerebral e devotam uma paixão desmedida por uma crença, se sentem
ameaçados quando alguém apresenta uma visão diferente daquilo que acreditam.
Quase sempre me acusam de estar fazendo isso para vender livros e ganhar
dinheiro, devido a um completo desconhecimento do mercado editorial brasileiro.
Mal sabem eles que gastei quase tudo que ganhei nesta causa, para levar
informações honestas, e amenizar o sofrimento daqueles que como eu sofreu muito
com a doença devido especialmente, a falta de conhecimento adequado dos
profissionais da saúde. Mal sabem que atualmente contei com a ajuda de
empresários, capitaneados pelo Pedro Francisco Ferreira, da COOPATOS, para
publicar meu último livro. Certamente a Mércia com sua alma generosa e
transbordante de amor, com tal depoimento procura ser um lenitivo para fazer
face as críticas e ataques gratuitos que recebo. Felizmente recebo
ocasionalmente um depoimento como este, que me renova e revigoram minhas
disposições de seguir em frente nesta árdua luta, de lançar luz em uma das
questões que mais leva sofrimento aos dependentes de álcool e outras drogas.
Esclarecer a todos quanto eu puder, de que este pseudo programa de reabilitação
baseado nos Doze Passos de A.A. é contraproducente, extemporâneo, estigmatizante
Este programa divulgado pelo A.A. culpa o próprio doente pela doença, uma vez
que afirmam que a doença é provocada pelos defeitos de caráter do doente e
ainda por ser ele um pecador. Se a OMS informa que menos de 1% dos dependentes
de álcool estão em tratamento é, principalmente, devido a estigmatização que
fazem da doença e A.A. tem muita responsabilidade sobre isso.
Obrigado Mércia, de
coração,
Luiz Alberto Bahia
Mercia chagas comentou em O Espiritismo dos Alcoólicos
Anônimos.
Sr Luiz Alberto Bahia! Não poderia deixar aqui de expressar a profunda
gratidão que tenho pelo senhor! Apesar de não conhecê-lo pessoalmente, de
nunca ter lhe dado lucro algum, gratuitamente e generosamente soube pela
disponibilidade de sua página na Internet todas as informações que me
angustiavam, que estavam latentes, que me libertaram, que me fizeram crer que
havia vida fora de AA. Através de tudo que li de suas pesquisas, também corri
atrás de novas fontes de informações que batiam perfeitamente com tudo que o
Sr pesquisou! Fui muito além. Aproveitando que minha sobrinha faria um
estágio nos EUA em sociologia, pedi com uma deferência muito especial que
coletasse informações a respeito de Alcoólicos Anônimos, As descobertas foram
impressionantes e me libertaram de vez da seita medieval, me trouxeram
qualidade de vida, me fizeram ver o quão destrutivo é a reunião de pessoas
submetidas à lavagem cerebral, o quão doentio e estigmatizante isso pode ser!
Infelizmente não podemos salvar o mundo, pois as tentativas que fiz de fazer
alguns membros acordarem para a realidade foram em vão! Eles têm medo do que
lhes poderá acontecer, e eu entendo, pois já vivi isso! Enfim, de qualquer
modo, assim como eu acordei para a realidade através de tudo que li de suas
informações, creio que o Sr poderá ser útil a muitas pessoas!! Um grande
abraço!!!
OBS.: A página na internet que a
Mércia se refere é:
www.greda-luizalbertobahia.blogspot.com |
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GREDA - Luiz Alberto Bahia
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21:18
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sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Apologia ao uso de drogas ou liberação ao uso de drogas
Uma entidade criada
para orientar dependentes e suas famílias, reportou um artigo de um jornal de
Uberlândia, que aborda a liberação ao uso de drogas, que é uma verdadeira
afronta a razão, expondo incautos à foice das drogas, razão pela qual deixei lá
o comentário que se segue.
Fico
estarrecido com o artigo publicado por “Acompanhante Terapêutico Dependência
Química”, no Facebook, que deveria selecionar melhor os artigos que divulga. Quem
deveria ter um conhecimento a curado sobre o assunto, copia e publica um
artigo, de leigos, sem nenhum respaldo no bom senso e no conhecimento, pois
este diz tremenda asneira sobre a questão, parece que é a Síndrome de FHC se
espalhando.
Logo no 1º parágrafo pode se ler “Neste espaço, comentamos que, se a
distribuição de drogas for livre, não haverá motivo para traficá-las nem gastar
dinheiro com repressão policial. O dinheiro que o governo gasta hoje com a
repressão contra o tráfico e contra a drogadição poderá ser gasto com o
tratamento de narcodependentes. Entendemos que, se alguém quiser comprar
drogas, poderá fazê-lo livremente, como ocorre hoje com as bebidas alcoólicas.”
Ou então
vejamos: Primeiramente se afirma que é “verdade incontestável” sobre as
vantagem de distribuir drogas livremente, que acabará como tráfico e a
repreensão policial, economizando com isso. Na verdade países desenvolvidos
tentaram isso e fracassaram, a Suíça, a Dinamarca e a Holanda revisaram suas
posições de liberação ao uso controlado de drogas. O criminologista holandês
Dirk Korf, da Universidade de Amsterdã, diz que a “expectativa ingênua de que a
legalização manteria os grupos criminosos longe dessas atividades” foi mostrada
em pesquisas. Elas também apontaram que 67% da população holandesa é agora a
favor de se coibir a liberdade de uso de drogas. Então essa pseudo verdade é
contestável sim, não passa de um arroubo presunçoso de quem se considera o dono
da verdade.
Saiba ainda que a OMS aponta que
dentre os principais fatores (ela aponta 5 deles) para se tornar dependente de
drogas, é o da pessoa com “fácil acesso às drogas”. Assim está ação sugerida
por V.Sas. não passa de uma apologia e incentivo ao consumo de drogas. É dito
também que o dinheiro gasto com repreensão poderia ser gasto com tratamento dos
dependentes. Esquecem-se que o governo teria que montar uma gigantesca
estrutura para fiscalizar e orientar esta máquina de fazer dependentes de
drogas. Tendo em vista ainda que a maconha o tabaco e o álcool são tidos (como
os americanos chamam) de Geteway Drugs,
que em português, significa “Porta de entrada para outras drogas”.
Dizer que o dinheiro economizado
com desmobilização da repressão, e a arrecadação com os impostos proporcionados
pela comercialização da droga, poderia ser usado no tratamento de dependentes,
é uma tremenda balela, pois aonde está o dinheiro para tratar dos dependentes
de álcool, que não tem acesso a um tratamento especializado, em condições
dignas? Leve se em conta ainda que, um dos maiores problemas do consumo de
drogas é a criminalidade que se comete para conseguir dinheiro para comprar a
droga. Um contingente enorme de usuários de drogas não tem dinheiro para compra-la
e partem para o crime com o objetivo de levantar grana para adquiri-la? Com a
liberação do comércio e uso de drogas, estas drogas certamente não estariam
disponíveis aos menores, e então onde é que eles buscariam esta droga para o
seu consumo? No tráfico, é claro, mas com valores ainda maiores, tornando assim
mais atrativo o narcotráfico, e assim criando um círculo vicioso.
Desta forma, em vez de encontrar
soluções para tão grande problema, estaria se abrindo verdadeiramente um
caminho para o inferno, com enorme atalho.
É preciso ter cuidado com o que
se fala, pois em vez de achar soluções para o problema, estaria criando outros,
e bem maiores. Se não há bom material para publicar, ficar sem fazer nada,
neste caso, é bem melhor.
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GREDA - Luiz Alberto Bahia
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09:26
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terça-feira, 28 de maio de 2013
Continuação do debate:
Na continuação do debate, suprimi a maioria dos depoimentos de um membro de AA, por estar ele muito confuso, sem entender o que na realidade esta acontecendo, fixando-se em expor apenas suas convicções extremadas. Penso que se justifica tal procedimento, devido a enorme quantidade de textos e informações (que julgo importantes), seria improdutivo ocupar tanto espaço aqui com depoimentos sem nexo. Mas quem quiser tomar conhecimento dos tais depoimentos, é só acessar o blogue "Dicernimento Cristão", na seção "O espiritismo de Alcoólicos Anônimos" que os encontrão facilmente.
Na continuação do debate, suprimi a maioria dos depoimentos de um membro de AA, por estar ele muito confuso, sem entender o que na realidade esta acontecendo, fixando-se em expor apenas suas convicções extremadas. Penso que se justifica tal procedimento, devido a enorme quantidade de textos e informações (que julgo importantes), seria improdutivo ocupar tanto espaço aqui com depoimentos sem nexo. Mas quem quiser tomar conhecimento dos tais depoimentos, é só acessar o blogue "Dicernimento Cristão", na seção "O espiritismo de Alcoólicos Anônimos" que os encontrão facilmente.
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GREDA - Luiz Alberto Bahia
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19:25
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domingo, 12 de maio de 2013
Continuação do debate, em seus trechos mais importantes:
Caros amigos!! Libertar-me do AA foi a melhor coisa que me aconteceu!! Ingressei pela primeira vez e depois de seis meses sofri assédio sexual, o qual foi ignorado pelos companheiros, que quiseram me convencer de que aquilo não era nada sério e eu devia perdoar! Fizeram-me até sentir culpa pelo ocorrido! Sentia-me tão mal nas reuniões, aonde o predador estava presente e fazia seu partilhamento sobre suas virtudes, que acabei literalmente fugindo daquele ambiente, Fiquei afastada, mas impregnada pela lavagem cerebral que lá sofri, aonde fui informada que se me afastasse do AA morreria, enlouqueceria ou coisa pior!! Depois de dez anos longe de AA, tomei um remedio sem o meu conhecimento que continha alcool e comecei a aumentar as doses. Depois de dois meses, resolvi que tinha de voltar para AA, pois a “maldição” que ficou na minha cabeça, de que o meu afastamento me levaria a morte começou a assombrar a minha vida!! Desesperada liguei para um companheiro que conhecia, e ele mais do que depressa me convenceu de que eu realmente poderia morrer e convidou-me a ingressar novamente, agora sob seu apadrinhamento!! Relutei alguns dias, mas ele insistia me telefonando e dizendo que estava preocupado comigo, e com as consequências da minha ausência em AA! Finalmente cedi ao seu pedido e fui levada por ele a uma reunião, onde ingressei novamente e aonde orientada por ele, escolhi como meu padrinho!! Após o meu ingresso não parava de chorar, fiquei totalmente fragilizada, ouvindo sempre que o meu afastamento havia criado todos os problemas pelos quais estava passando. Todas as noites ele (meu padrinho) fazia questão de me levar às reuniões. Até que numa noite após o termino da reunião, de carona na volta, ele sugeriu que eu viajasse com ele, para fazer o QUINTO PASSO, onde eu devia confessar a ele todos os meus defeitos de caráter!! Numa outra noite, ele me agarrou no carro e à força me beijou!! Fiquei deseperada, porque achava que não podia desistir de AA, mas também não suportava a ideia de que tinha de me envolver com meu padrinho. Fugi dele, ingressei em outro grupo onde foi acolhida por duas companheiras, pessoas muito afetuosas, que me convenceram a lá permanecer! Contei minha historia para elas, e fiquei surpresa com as historias idênticas pelas quais tinham passado. Permaneci nesse grupo por alguns anos e na verdade não pelo AA, mas sim pela amizade dessas duas companheiras! AA acabou virando um ponto de encontro com minhas duas amigas! Mas acabei deixando o grupo quando as duas deixaram de participar por outras razões!! Estou livre de AA a seis anos totalmente sóbria, livre, feliz. Não me sinto mais culpada pelo meu alcoolismo e sei que não foi provocado pelos meus defeitos de caráter, e sim por causas físicas, genéticas, psicológicas!! Durante o tempo que lá permaneci vi dois casos de suicídio, que aliás foram vistos pelo grupo como fraqueza de caráter desses companheiros!! Não é a toa que nos Estados Unidos estão se formando grupos de libertação do AA. A coisa é séria, muito mais séria do que supomos!!! É necessário que as pessoas sejam sim alertadas! Sou a favor do livre arbítrio, mas consciente!!!
REALMENTE AA É UM LUGAR PARA DOENTES, A PROCURA DE RECUPERAÇÃO,COMO DISSE ANTERIORMENTE VAI DEPENDER DE CADA UM.
A.A. não é um lugar adequado para doentes, ali são tratados de forma preconceituosa, discriminatória e moralista. Muitos que necessitam medicação (a maioria dos dependentes tem transtornos psiquiatrítcos) ali é convencido a não tomá-los, razão dos suicídios mencionados pela Mércia e pelo link postado pelo ex-membro de A.A. Você não quer ou não pode entender isto sr. Matusalem, haja visto as explicações que o Sr. Bahia te deu e não entendeste nada. Muitas coisa em A.A. está muitíssimo errada, mas a lavagem celebral que te fizeram o impede de enxergar isso. De coração eu te digo: Vá correndo a um psicólogo e psiquiatra para se tratar direito, pois demonstra precisar disso.
Sr. Matusalem
que a pessoa que bebe compulsivamente está doente não há dúvidas, mas continuar agindo de maneira deplorável intencionalmente mesmo após estando sóbrio é lamentável, uma prova de que AA não está de fato melhorando ninguém.
Como a história da Mércia, já ouvi muitos relatos de membros que se aproveitaram do estado de fragilidade ao qual se encontravam as mulheres para seduzi-las, esta prática é desprezível e deplorável para uma autodenominada “irmandade” que afirma existir para o bem comum, isto é, tratam-se de lobos em pele de cordeiros, fingem estar dispostos a ajudar mas querem, de fato, se aproveitar.
Cuidado, as pessoas não são trouxas: a falsa moralidade de AA já está desmascarada, espero que não demore,aqui no Brasil, para surgir processos na justiça contra AA, a exemplo dos EUA, o AA de lá foi obrigado a admitir os danos causados pelos seus preceitos e atitudes mal propositadas de seus membros.
Sr Matusalém
Se AA é um lugar para doentes, procurando recuperação, este foi o meu intento quando lá cheguei! Não estava brincando de alcoólatra! Cheguei lá depois de beber por anos convulsivamente, de capotar com carro após embriagada, de acordar de madrugada com tremedeiras horríveis em busca de álcool, de ter delírios causados pela abstinência! Eu tenho sim problemas seríssimos com o álcool, e não fugi do AA para beber, mas sim, para cuidar de minha doença, o que aliás foi conseguida usando de forma adequada anti-depressivos, prescritos por um médico que me equilibraram. Lógico que tenho sequelas, mas pelo menos, voltei a pertencer à raça humana, coisa que dentro dos grupos de AA, não acontecia, pois me ensinaram que eu era diferente! Quando estava em AA me alienava das pessoas que não pertenciam à Irmandade, tanto é que quando de lá saí, quase não tinha amigos. Agora já voltei a me ressocializar, convivo muito bem com as pessoas que não pertencem à Irmandade, não me sinto diferente de ninguém, apenas alguém que tem limitações, aliás como a maioria dos seres humanos que as possuem!! Quero que saiba que também encontrei algumas pessoas decentes em AA, mas com seríssimos problemas, que mereciam ser medicadas, em busca de melhor qualidade de vida!!
Se AA é um lugar para doentes, procurando recuperação, este foi o meu intento quando lá cheguei! Não estava brincando de alcoólatra! Cheguei lá depois de beber por anos convulsivamente, de capotar com carro após embriagada, de acordar de madrugada com tremedeiras horríveis em busca de álcool, de ter delírios causados pela abstinência! Eu tenho sim problemas seríssimos com o álcool, e não fugi do AA para beber, mas sim, para cuidar de minha doença, o que aliás foi conseguida usando de forma adequada anti-depressivos, prescritos por um médico que me equilibraram. Lógico que tenho sequelas, mas pelo menos, voltei a pertencer à raça humana, coisa que dentro dos grupos de AA, não acontecia, pois me ensinaram que eu era diferente! Quando estava em AA me alienava das pessoas que não pertenciam à Irmandade, tanto é que quando de lá saí, quase não tinha amigos. Agora já voltei a me ressocializar, convivo muito bem com as pessoas que não pertencem à Irmandade, não me sinto diferente de ninguém, apenas alguém que tem limitações, aliás como a maioria dos seres humanos que as possuem!! Quero que saiba que também encontrei algumas pessoas decentes em AA, mas com seríssimos problemas, que mereciam ser medicadas, em busca de melhor qualidade de vida!!
O AA jamais deveria intervir em assuntos aos quais não está capacitado para atuar,nem mesmo tendo competência para isso,saúde mental é um negócio sério e afirmar para as pessoas que não é bom tomar remédios é algo perigoso. Eles partem da afirmativa de que “quem toma remédios não está realmente sóbrio” ora,como podem afirmar tal absurdo? até quando continuarão negando os avanços da medicina no tratamento da depressão e outros transtornos mentais? a consequência da negligência de uma quadro depressivo pode ser o suicídio, como já aconteceu com diversos membros. não adianta culpar as pessoas “porquê são doentes” pois se então as pessoas são doentes o AA tem que parar de brincar de ser médico,porquê competência para tratá-las o AA não tem.
Sr Matusalem!
Creio que o senhor não tenha realmente entendido a participação de várias pessoas aqui nesse blog! Em nenhuma postagem vi qualquer um de nós responsabilizando AA pelo alcoolismo.O senhor fala em culpados, mas não é esse o assunto e sim nossa discordância sobre como age a Irmandade em relação ao suposto tratamento que é oferecido!! Eu participei da Irmandade!! Não estou falando de ouvir dizer, e sim por experiências vividas! Eu mesma, joguei meus remédios prescritos pelo médico no lixo! Caí na asneira de fazer meu depoimento falando sobre isso, e ainda fui estigmatizada! Mesmo sem uso do remedio, se chegava triste, ou se chegava chorando na reunião, tinha alguém para dizer em tom de fofoca: Ela não está sóbria, deve ter tomado remédio! O lema da Irmandade de AA é pregar o medo!!! Retornei a minha carreira profissional, e ouvi conselhos de que era perigoso voltar a beber!! Isso porque na minha vida profissional eu não lido com bebidas, dou aulas!! Outro fato deprimente é como são julgadas as mulheres em AA. Uma falsa aceitação, recheada de preconceitos. Cheguei a ouvir depoimentos com diferentes palavrões, e quando o membro foi “advertido” por outros membros de que haviam mulheres na sala, o mesmo em alto e bom som disse: Mulher de AA já ouviu todas as baixarias na sua vida de bêbada, pode continuar a ouvir!!!!! Que espécie de progresso espiritual é esse, que discrimina, menospreza, amedronta os participantes da “seita”. O mais interessante é que os assédios que sofri não foram de membros ingressantes, mas sim de pessoas com 20 anos de frequência na Irmandade! Falam que quem se afasta de AA vira bêbado seco, mas acho que os mesmos estão lá dentro!! Constantemente justificam seus erros dizendo: “Sou uma pessoa doente!!!” e através disso continuam a assediar, ridicularizar, fofocar, etc, etc e tal!!!
Creio que o senhor não tenha realmente entendido a participação de várias pessoas aqui nesse blog! Em nenhuma postagem vi qualquer um de nós responsabilizando AA pelo alcoolismo.O senhor fala em culpados, mas não é esse o assunto e sim nossa discordância sobre como age a Irmandade em relação ao suposto tratamento que é oferecido!! Eu participei da Irmandade!! Não estou falando de ouvir dizer, e sim por experiências vividas! Eu mesma, joguei meus remédios prescritos pelo médico no lixo! Caí na asneira de fazer meu depoimento falando sobre isso, e ainda fui estigmatizada! Mesmo sem uso do remedio, se chegava triste, ou se chegava chorando na reunião, tinha alguém para dizer em tom de fofoca: Ela não está sóbria, deve ter tomado remédio! O lema da Irmandade de AA é pregar o medo!!! Retornei a minha carreira profissional, e ouvi conselhos de que era perigoso voltar a beber!! Isso porque na minha vida profissional eu não lido com bebidas, dou aulas!! Outro fato deprimente é como são julgadas as mulheres em AA. Uma falsa aceitação, recheada de preconceitos. Cheguei a ouvir depoimentos com diferentes palavrões, e quando o membro foi “advertido” por outros membros de que haviam mulheres na sala, o mesmo em alto e bom som disse: Mulher de AA já ouviu todas as baixarias na sua vida de bêbada, pode continuar a ouvir!!!!! Que espécie de progresso espiritual é esse, que discrimina, menospreza, amedronta os participantes da “seita”. O mais interessante é que os assédios que sofri não foram de membros ingressantes, mas sim de pessoas com 20 anos de frequência na Irmandade! Falam que quem se afasta de AA vira bêbado seco, mas acho que os mesmos estão lá dentro!! Constantemente justificam seus erros dizendo: “Sou uma pessoa doente!!!” e através disso continuam a assediar, ridicularizar, fofocar, etc, etc e tal!!!
Sr. Matusalem
A CURA É NÃO BEBER MAIS. é necessário que haja transformação de mente; de hábitos; ambientes e amizades; que se procure ajuda médica, espiritual, psicológica. ter a decisão de querer melhorar dia a dia, sem se rotular como um caso perdido! Uma coisa posso dizer: quem tiver sua casa construída na rocha (JESUS) esta não vai desabar, O Senhor nunca desampara um filho. CREIA.ORE. CLAME. AJOELHE-SE
Não é a toa que muitos saem do AA com vontade de beber ; lá se fala demasiadamente em bebida e neuroses de todo tipo, além de palavrões de baixíssimo calão,escárnio e zombaria…como podem assim pretender serem “sóbrios e serenos” ?
Obviamente que a desculpa de serem doentes é a justificativa ideal para todo tipo de deslize.
Creio na cura tendo como condição básica a abstinência permanente do álcool, trabalhando para superar os conflitos, decidindo-se merecedor da dádiva divina da felicidade,saúde e outras coisas boas que o Senhor proporcionou ao homem.
Sr. Matusalém
Não tenho a menor dúvida de que a uma hora a vontade de beber e a obsessão pela bebida acaba. portanto, creio na cura sim, embora AA diga que são todos doentes “portadores de uma doença incurável e traiçoeira” isso não tem respaldo médico, pela medicina cinco anos sem beber é o suficiente para considerar um ex-bebedor curado, ele já pode inclusive receber um transplante de figado. porem, ele não poderá voltar a beber.
Um dos problemas do AA tentar fazer um diagnóstico de quem é alcoólatra é que ele nivela todos igualmente: O bebedor frequente, o bebedor problema,o bebedor pesado, o bebedor social, enfim essa é a primeira falha no programa de AA. Vai me dizer que um adolescente que está na fase das baladas e neste período tem exagerado mais na frequência da bebida é um alcoólatra incurável? pode ser que ele pare ou não, mas não determinar. Uma pessoa que fez uso de álcool durante uma fase depressiva de sua vida é alcoólatra incurável? também não podemos afirmar isso (principalmente se a pessoa não foi ainda tratada e diagnosticada).é ai que chamamos o AA de seita,pois ou a pessoa admite seu programa incondicionalmente e sem questionar ou será injuriado pelos membros mais antigos.
no mais, eu acredito que o nome da cura é Jesus. Pra alcança-la é preciso entregar sua vida totalmente a Ele. Pra tudo tem jeito, basta fé e perseverança. Se não fosse assim, não existiriam tantas pessoas que foram ex-alcoolistas que se libertaram e hoje levam uma vida exemplarmente bem sucedida e totalmente longe do álcool. Portanto meu caro, o AA não é porta voz da verdade sobre alcoolismo. Se este tratamento lhe faz bem,ótimo,admiro a sua longevidade e persistência, mas saiba que ao contrário do sr., muitos não se recuperam lá e seria ótimo que o AA começasse a reconhecer este fato.
Um dos problemas do AA tentar fazer um diagnóstico de quem é alcoólatra é que ele nivela todos igualmente: O bebedor frequente, o bebedor problema,o bebedor pesado, o bebedor social, enfim essa é a primeira falha no programa de AA. Vai me dizer que um adolescente que está na fase das baladas e neste período tem exagerado mais na frequência da bebida é um alcoólatra incurável? pode ser que ele pare ou não, mas não determinar. Uma pessoa que fez uso de álcool durante uma fase depressiva de sua vida é alcoólatra incurável? também não podemos afirmar isso (principalmente se a pessoa não foi ainda tratada e diagnosticada).é ai que chamamos o AA de seita,pois ou a pessoa admite seu programa incondicionalmente e sem questionar ou será injuriado pelos membros mais antigos.
no mais, eu acredito que o nome da cura é Jesus. Pra alcança-la é preciso entregar sua vida totalmente a Ele. Pra tudo tem jeito, basta fé e perseverança. Se não fosse assim, não existiriam tantas pessoas que foram ex-alcoolistas que se libertaram e hoje levam uma vida exemplarmente bem sucedida e totalmente longe do álcool. Portanto meu caro, o AA não é porta voz da verdade sobre alcoolismo. Se este tratamento lhe faz bem,ótimo,admiro a sua longevidade e persistência, mas saiba que ao contrário do sr., muitos não se recuperam lá e seria ótimo que o AA começasse a reconhecer este fato.
Caros amigos leitores:
Leiam os efeitos devastadores nos seres humanos submetidos à lavagem cerebral! O psiquiatra americano Robert P. Lifton, professor de universidades como Harvard e Yale, analisou esse processo, que ele chama de Reforma de Pensamento, e descreveu suas principais características.
Lavagem em 8 passos
Leiam os efeitos devastadores nos seres humanos submetidos à lavagem cerebral! O psiquiatra americano Robert P. Lifton, professor de universidades como Harvard e Yale, analisou esse processo, que ele chama de Reforma de Pensamento, e descreveu suas principais características.
Lavagem em 8 passos
Controle de pensamento: Na doutrina da lavagem cerebral , não é permitido ler material ou falar com pessoas que tenham ideias contrárias às do grupo. Em alguns casos, a vítima é geograficamente isolada da família e dos amigos.
Hierarquia rígida: São criados modos uniformizados de agir e pensar, desenvolvidos para parecer espontâneos. A vítima é convencida da autoridade absoluta e do caráter especial – às vezes, sobrenatural – de um líder.
Mundo dividido: O mundo é dividido entre “bons” (o grupo) e “maus” (todo o resto). Não existe meio termo. É preciso se policiar para agir de acordo com o padrão de comportamento “ideal”.
Delação premiada: Qualquer atitude errada, ainda que cometida em pensamento, deve ser reportada ao líder. Também se deve delatar os erros alheios. Isso acaba com o senso de privacidade e fortalece o líder.
Verdade verdadeira: O grupo explica o mundo com regras próprias, vistas como cientificamente verdadeiras e inquestionáveis. A vítima acredita que sua doutrina é a única que oferece repostas válidas.
Código secreto: O grupo cria termos próprios para se referir à realidade, muitas vezes incompreensíveis para as pessoas de fora. Uma linguagem muito específica ajuda a controlar os pensamentos e as ideias.
Meu mundo e nada mais: O grupo passa a ser a coisa mais importante – se bobear, a única. Nenhum compromisso, plano ou sonho fora daquele ambiente é justificável.
Ninguém sai: A vítima se sente presa, pois não pode imaginar uma vida completa e feliz fora do grupo perde muitas vezes a capacidade de discernir, ou seja, passam a imaginar que somente eles estão certos. Depois da mente controlada ou cauterizada buscam levar a seus membros a sensação de que, se eles saírem do grupo, coisas terríveis vão acontecer. Para quem está observando de fora, parece que essas pessoas estão felizes. Acontece que, na verdade, elas foram adestradas e orientadas a sorrir o tempo todo demonstram sempre satisfação de realização mas na realidade vivem uma ilusão e um grande conflito interior . São ensinadas a imaginar que não é uma experiência positiva perder seu livre-arbítrio, apagar sua identidade, desvalorizar seus brevês, viver com medo e com culpa.
Uma mente cauterizada é aquela que perdeu sua função, ou seja, a capacidade de raciocinar, tem dificuldade de filtrar informações, ou seja, perdem a sensibilidade, sejam elas de caráter visual, auditivo ou sensitivo. O poder da mente é um campo muito explorado pelos cursos militares, publicidade, pelas religiões, músicas, tudo para provocar sensações externas que posteriormente resultam em atitudes internas.
É o que podemos também chamar de “Zelo excessivo” uma superexposição a um “suposto sagrado” são substancias químicas artificiais e negativas que não contribuem de forma positiva para a possessão dos seres humanos. Pelo contrário, destroem a liberdade tornando-os incautos e fazendo-os perder a sensibilidade e a liberdade de ver, ouvir e pensar.
Prezada Mércia,
Sobre esse assunto, colo abaixo um trecho copiado do livro de minha autoria “O mito da doença espiritual na dependência de álcool (Desmistificando Bill Wilson e Alcoólicos Anônimos)”. No bloguehttp://www.greda-luizalbertobahia.blogspot.com poderá encontrar mais informações sobre este grupo carismático de culto a personalidade.
Assim se pronunciou Max Weber, o pai da sociologia, sobre como os profetas criavam o culto a suas personalidades e fundavam suas religiões: “O mágico foi o precursor histórico do profeta, do profeta e salvador tanto exemplares como emissários. Em geral, o profeta e salvador legitimaram-se através da posse de um carisma mágico. Para eles, porém, isto foi apenas um meio de garantir o reconhecimento e conseguir adeptos para a significação exemplar, a missão, da qualidade de salvador de suas personalidades. A substância da profecia do mandamento do salvador é dirigir o modo de vida para a busca de um valor sagrado. Assim compreendida, a profecia ou mandamento significa, pelo menos relativamente, a sistematização e racionalização do modo de vida, seja em pontos particulares ou no todo. Esta última significação tem ocorrido geralmente com todas as verdadeiras “religiões da salvação”, ou seja, com todas as religiões que prometem aos seus fiéis a libertação do sofrimento. Isso é ainda provável quanto mais sublimada, mais interior e mais baseada em princípios é a essência do sofrimento, pois então é importante colocar o seguidor num estado permanente que o proteja intimamente contra o sofrimento.” (Ensaios de Sociologia e Outros Escritos, p. 244)
Ainda de Max Weber, conforme já vimos, citado por Richard Noll, “Já se cristalizou a noção de que certos seres se ocultam ‘por trás’ de objetos naturais, artefatos, animais e pessoas carismaticamente dotados e são responsáveis pela atividade deles”. Sobre isso Noll observou que, desta forma o líder carismático é tido por seus seguidores como fonte de poderes universais que, através das lentes de sua personalidade individual, são focalizados e intensificados como raios cósmicos.
Com os esclarecimentos de Max Weber, podemos ver com inquestionável nitidez, que Bill seguiu rigorosamente todos os passos, técnicos e históricos, demonstrando conhecimento da cartilha de como construir uma religião e seu profeta. Usou de seus conhecimentos desta cartilha para a criação e organização de seu grupo, nos moldes sectários idealizados por ele. Por sinal, os passos e os objetivos de Bill são extremamente parecidos com os de Jung, e por isso citamos Noll exaustivamente. Voltando as premissas de Max Weber sobre os aspectos caracterológicos dos grupos carismáticos, temos: “Um grupo carismático pode consistir numa dúzia de membros ou até mesmo em centenas ou milhares. Caracteriza-se pelos seguintes elementos psicológicos: seus membros (1) têm um sistema de crenças em comum, (2) mantêm um nível elevado de coesão social, (3) são tremendamente influenciados pelas normas comportamentais do grupo e (4) atribuem ao grupo ou a sua liderança um poder carismático (ou às vezes divino).” (O Culto de Jung, p. 19)
Max Weber é muito feliz em suas definições conceituais, uma vez que elas delineiam com precisão cirúrgica o que seja um grupo carismático. Ao se aplicarem esses conceitos ao A.A., que ainda nem existia, de forma cabalmente e exemplar, o filósofo prova que não estava teorizando vagamente, mas sabia do que estava dizendo.
Ao nominar e quantificar um grupo carismático, Weber explica que ele pode ser composto por uma dúzia de membros, ou até mesmo por milhares deles. A.A. começou com aproximadamente este número menor citado pelo sociólogo, e atualmente conta com milhares destes, e permaneceu inalterado quanto à sua caracterização. Sectário.
Em relação ao número um da relação acima enumerada, quanto ao sistema de crença em comum de um grupo carismático, a sociedade de A.A. talvez esteja tão bem caracterizada como nenhum outro. O sistema de crença dela está fundamentado em vários livros, literaturas diversas e artigos. Os Doze Passos, que deram origem a um livro com cento e doze páginas, e também estão contidos em inúmeros artigos, são os princípios espirituais conforme disse Bill e repetem os dirigentes e membros da irmandade. Não vamos entrar em detalhes quanto aos demais livros de A.A. simplesmente por falta de necessidade, mas podemos generalizar, dizendo que eles estão perfeitamente enquadrados neste preceito gerador de crenças, ou no fortalecimento delas. São eles: Viver Sóbrio, A.A. Atinge a Maioridade, Alcoólicos Anônimos,
Na Opinião de Bill. Existem ainda livros que, embora não específicos, servem muito bem para esse objetivo, como A Linguagem do Coração e Levar Adiante. A.A. conta com vasta literatura que se presta a finalidade de fomentar e suprir o sistema de crença em comum. Talvez nenhum grupo carismático tenha um sistema de crenças tão grande e robusto como A.A. e até entre religiões milenares, não são muitas as que possuem acervo maior do que esta irmandade.
Do enumerado dois, de manter elevada coesão social, A.A. chama especialmente a atenção neste sentido. O entrosamento dos membros em torno desta entidade, ricamente organizada em termos administrativos e ideológicos, contando com uma bem aparelhada infraestrutura operacional, proporciona uma coesão social de destaque internacional. Essa coesão dos membros de A.A. é tão notável que acaba até
criando um paradoxo muito curioso. Eles estão tão unidos em torno de seus dogmas, ideais e filosofias, que acabam criando extensas e intensas discussões internas em torno de insignificâncias e controvérsias, que foram prodigamente geradas por Bill, devido a suas incoerências e capacidade geradora de polêmicas. Contudo, esse paradoxo fica restrito aos círculos interno do grupo, e fica latente aos olhos da população. Para o restante das pessoas, essas celeumas não são facilmente visíveis, muito pelo contrário, eles deixam a entender que são extremamente unidos.
Concernente ao item três, bem provavelmente esteja aí o que o grupo carismático de A.A. tenha de mais marcante. Talvez a influência que recebem pelas normas seja provavelmente igual ao sistema de crença da irmandade. Na verdade os adeptos de A.A. “são tremendamente influenciados pelas normas comportamentais do grupo”, que é capitaneada pelas Doze Tradições. Antes de prosseguirmos comentando as Doze Tradições, é bom que se diga que existe uma expressão dentro de A.A., que foi criada por Bill, chamada de “consciência coletiva do grupo”. Embora não se encontre nenhuma explicação ou reconhecimento pela psicologia ou pela sociologia sobre esse suposto fenômeno, na irmandade é usada a expressão como significado de identidade grupal.
Ainda de Max Weber, conforme já vimos, citado por Richard Noll, “Já se cristalizou a noção de que certos seres se ocultam ‘por trás’ de objetos naturais, artefatos, animais e pessoas carismaticamente dotados e são responsáveis pela atividade deles”. Sobre isso Noll observou que, desta forma o líder carismático é tido por seus seguidores como fonte de poderes universais que, através das lentes de sua personalidade individual, são focalizados e intensificados como raios cósmicos.
Com os esclarecimentos de Max Weber, podemos ver com inquestionável nitidez, que Bill seguiu rigorosamente todos os passos, técnicos e históricos, demonstrando conhecimento da cartilha de como construir uma religião e seu profeta. Usou de seus conhecimentos desta cartilha para a criação e organização de seu grupo, nos moldes sectários idealizados por ele. Por sinal, os passos e os objetivos de Bill são extremamente parecidos com os de Jung, e por isso citamos Noll exaustivamente. Voltando as premissas de Max Weber sobre os aspectos caracterológicos dos grupos carismáticos, temos: “Um grupo carismático pode consistir numa dúzia de membros ou até mesmo em centenas ou milhares. Caracteriza-se pelos seguintes elementos psicológicos: seus membros (1) têm um sistema de crenças em comum, (2) mantêm um nível elevado de coesão social, (3) são tremendamente influenciados pelas normas comportamentais do grupo e (4) atribuem ao grupo ou a sua liderança um poder carismático (ou às vezes divino).” (O Culto de Jung, p. 19)
Max Weber é muito feliz em suas definições conceituais, uma vez que elas delineiam com precisão cirúrgica o que seja um grupo carismático. Ao se aplicarem esses conceitos ao A.A., que ainda nem existia, de forma cabalmente e exemplar, o filósofo prova que não estava teorizando vagamente, mas sabia do que estava dizendo.
Ao nominar e quantificar um grupo carismático, Weber explica que ele pode ser composto por uma dúzia de membros, ou até mesmo por milhares deles. A.A. começou com aproximadamente este número menor citado pelo sociólogo, e atualmente conta com milhares destes, e permaneceu inalterado quanto à sua caracterização. Sectário.
Em relação ao número um da relação acima enumerada, quanto ao sistema de crença em comum de um grupo carismático, a sociedade de A.A. talvez esteja tão bem caracterizada como nenhum outro. O sistema de crença dela está fundamentado em vários livros, literaturas diversas e artigos. Os Doze Passos, que deram origem a um livro com cento e doze páginas, e também estão contidos em inúmeros artigos, são os princípios espirituais conforme disse Bill e repetem os dirigentes e membros da irmandade. Não vamos entrar em detalhes quanto aos demais livros de A.A. simplesmente por falta de necessidade, mas podemos generalizar, dizendo que eles estão perfeitamente enquadrados neste preceito gerador de crenças, ou no fortalecimento delas. São eles: Viver Sóbrio, A.A. Atinge a Maioridade, Alcoólicos Anônimos,
Na Opinião de Bill. Existem ainda livros que, embora não específicos, servem muito bem para esse objetivo, como A Linguagem do Coração e Levar Adiante. A.A. conta com vasta literatura que se presta a finalidade de fomentar e suprir o sistema de crença em comum. Talvez nenhum grupo carismático tenha um sistema de crenças tão grande e robusto como A.A. e até entre religiões milenares, não são muitas as que possuem acervo maior do que esta irmandade.
Do enumerado dois, de manter elevada coesão social, A.A. chama especialmente a atenção neste sentido. O entrosamento dos membros em torno desta entidade, ricamente organizada em termos administrativos e ideológicos, contando com uma bem aparelhada infraestrutura operacional, proporciona uma coesão social de destaque internacional. Essa coesão dos membros de A.A. é tão notável que acaba até
criando um paradoxo muito curioso. Eles estão tão unidos em torno de seus dogmas, ideais e filosofias, que acabam criando extensas e intensas discussões internas em torno de insignificâncias e controvérsias, que foram prodigamente geradas por Bill, devido a suas incoerências e capacidade geradora de polêmicas. Contudo, esse paradoxo fica restrito aos círculos interno do grupo, e fica latente aos olhos da população. Para o restante das pessoas, essas celeumas não são facilmente visíveis, muito pelo contrário, eles deixam a entender que são extremamente unidos.
Concernente ao item três, bem provavelmente esteja aí o que o grupo carismático de A.A. tenha de mais marcante. Talvez a influência que recebem pelas normas seja provavelmente igual ao sistema de crença da irmandade. Na verdade os adeptos de A.A. “são tremendamente influenciados pelas normas comportamentais do grupo”, que é capitaneada pelas Doze Tradições. Antes de prosseguirmos comentando as Doze Tradições, é bom que se diga que existe uma expressão dentro de A.A., que foi criada por Bill, chamada de “consciência coletiva do grupo”. Embora não se encontre nenhuma explicação ou reconhecimento pela psicologia ou pela sociologia sobre esse suposto fenômeno, na irmandade é usada a expressão como significado de identidade grupal.
Sr Luiz Alberto Bahia
Gostaria de lhe agradecer imensamente pela postagem, que pôs fim ao restante que poderia ter de dúvidas com relação ao grande engodo de AA! Admiro sua coragem, sua preocupação em desvendar de forma clara, com argumentos concisos, para que pessoas como eu possam se desligar sem culpa dessa seita que prega o medo, a irresponsabilidade de agir ao seu bel prazer, sempre ancorados pela desculpa de que são doentes!
Um ambiente de falsa harmonia, de competição em quem vai ser o próximo a recair. A maioria com problemas mentais sérios, remoendo a toda hora suas desgraças, se chicoteando, num masoquismo assustador! Os poucos que ficam, como eu fiquei infelizmente por alguns anos, aprisionados pela maldição de AA, de quem se afasta enlouquece e morre!! Exatamente como pesquisado pelo senhor, modestamente por mim, quando pesquisei os efeitos da lavagem cerebral. Os efeitos são tão devastadores que eu embora desde o princípio contestasse quase tudo, fiquei acorrentada por vários anos!! Era preciso ser uma frequentadora assídua para não cair no circulo dos prováveis recaídos!! Não sei porque não se assumem como uma seita religiosa, seria muito mais louvável que assim o fizessem! Quando alguém vinha pela primeira vez à reunião, me sentia envergonhada de dizer que AA não estava ligado a nenhuma religião e logo depois fazíamos a Oração da Serenidade e os depoimentos eram voltados a um Poder Superior!! Via os olhos incrédulos dos sofridos ingressantes, cansados de tanto procurar nas religiões o segredo para a sua cura, não mais voltarem! Peço a Deus que tenham encontrado uma forma de recuperação! Infelizmente dos que ficaram, dois tive a tristeza de vê-los suicidarem-se! Resta a quem escapou, divulgar o máximo possível, para que as pessoas procurem reabilitação, sem que seja necessário se submeterem a uma lavagem cerebral, perdendo qualidade de vida!!
Gostaria de lhe agradecer imensamente pela postagem, que pôs fim ao restante que poderia ter de dúvidas com relação ao grande engodo de AA! Admiro sua coragem, sua preocupação em desvendar de forma clara, com argumentos concisos, para que pessoas como eu possam se desligar sem culpa dessa seita que prega o medo, a irresponsabilidade de agir ao seu bel prazer, sempre ancorados pela desculpa de que são doentes!
Um ambiente de falsa harmonia, de competição em quem vai ser o próximo a recair. A maioria com problemas mentais sérios, remoendo a toda hora suas desgraças, se chicoteando, num masoquismo assustador! Os poucos que ficam, como eu fiquei infelizmente por alguns anos, aprisionados pela maldição de AA, de quem se afasta enlouquece e morre!! Exatamente como pesquisado pelo senhor, modestamente por mim, quando pesquisei os efeitos da lavagem cerebral. Os efeitos são tão devastadores que eu embora desde o princípio contestasse quase tudo, fiquei acorrentada por vários anos!! Era preciso ser uma frequentadora assídua para não cair no circulo dos prováveis recaídos!! Não sei porque não se assumem como uma seita religiosa, seria muito mais louvável que assim o fizessem! Quando alguém vinha pela primeira vez à reunião, me sentia envergonhada de dizer que AA não estava ligado a nenhuma religião e logo depois fazíamos a Oração da Serenidade e os depoimentos eram voltados a um Poder Superior!! Via os olhos incrédulos dos sofridos ingressantes, cansados de tanto procurar nas religiões o segredo para a sua cura, não mais voltarem! Peço a Deus que tenham encontrado uma forma de recuperação! Infelizmente dos que ficaram, dois tive a tristeza de vê-los suicidarem-se! Resta a quem escapou, divulgar o máximo possível, para que as pessoas procurem reabilitação, sem que seja necessário se submeterem a uma lavagem cerebral, perdendo qualidade de vida!!
Sra Mércia
Quão semelhante foram nossas experiências! vejo que pertencemos a uma rara categoria: “os libertos de AA” . presenciei grande parte dos eventos que relatou e concordo com suas observações sobre a seita.
Em AA muitos membros apenas substituiram a “alcoolatria” pela “egolatria”. é o que se pratica na reuniões.
DEPOIS QUE OS LIBERTOS, ENTENDERAM A MENSAGEM DE AA,PROCURAM A HIPOCRISIA PARA MERGULHAREM NA CHAMA DA AUTO PIEDADE.
Sr. Matusalém
Até o momento o debate estava apresentado um ótimo nível até seu comentário… saiba pois que ao contrário do Sr., as minhas críticas e as apresentadas pela Sra. Mércia, pelo Escritor Luiz Alberto Bahia, e por outros colaboradores são direcionadas a instituição e ao programa do AA, seus dogmas e a procedimentos vivenciados em reuniões, mas o Sr. parece fazer questão de não entender, ou não deseja entender. não estamos citando nomes ou uma pessoa em particular, mas vejo que, como vários companheiros seus que aparecem por aqui, tenta ofender,xingar e denegrir os que aqui estão dando um claro exemplo da irracionalidade e da doutrinação de quem,em tese, deveria esbanjar serenidade, sobriedade, respeito e recuperação.
Eu não preciso responder ao Sr., sei o quanto é sério e verdadeiro tudo que presenciamos no que vocês chamam de irmandade e consideram o melhor tratamento para alcoolismo, sei o tempo que perdi lá e as ciladas que encontramos,mas se o Sr., faz questão de não entender não é obrigado a entrar mais nesta página apenas para ofender. Agora, se o Sr., quiser ler toda a matéria e todos os comentários como eu fiz e analisar seriamente as razões pela qual aqui estamos e argumentar de forma coerente, ok. Apenas lhe alerto: Se, contudo, sua defesa for baseada exclusivamente nas suas convicções do programa de AA e não em evidências reais há um grande risco que esteja errado. Sugiro, portanto, que não piore ainda mais a situação de AA, confirmando as diversas críticas apresentadas no site.
Eu não preciso responder ao Sr., sei o quanto é sério e verdadeiro tudo que presenciamos no que vocês chamam de irmandade e consideram o melhor tratamento para alcoolismo, sei o tempo que perdi lá e as ciladas que encontramos,mas se o Sr., faz questão de não entender não é obrigado a entrar mais nesta página apenas para ofender. Agora, se o Sr., quiser ler toda a matéria e todos os comentários como eu fiz e analisar seriamente as razões pela qual aqui estamos e argumentar de forma coerente, ok. Apenas lhe alerto: Se, contudo, sua defesa for baseada exclusivamente nas suas convicções do programa de AA e não em evidências reais há um grande risco que esteja errado. Sugiro, portanto, que não piore ainda mais a situação de AA, confirmando as diversas críticas apresentadas no site.
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GREDA - Luiz Alberto Bahia
às
17:59
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13/07/2014 at 10:57